Tabata teve o celular roubado no transito em São Paulo

O caso da Tabata, que teve o celular roubado enquanto estava no trânsito, ganhou grande repercussão nesta semana e chamou atenção para um risco que vai muito além da perda do aparelho: o acesso às informações e às contas que ficam disponíveis nele.

Depois que os criminosos levaram o celular, que estava visível dentro do carro, conseguiram realizar um Pix de R$ 2 mil da conta da vítima. O episódio reacendeu uma discussão importante sobre o que fazer nos primeiros minutos após um roubo, especialmente quando o aparelho está desbloqueado.

Foi sobre esse caso que Marcelo Nagy, sócio da STWBrasil e especialista em cibersegurança, participou do programa Encontro, com Patrícia Poeta. Durante a matéria, Marcelo explicou por que agir rapidamente pode fazer diferença e quais são as primeiras medidas que devem ser tomadas para dificultar o acesso dos criminosos ao aparelho, aos aplicativos e às contas vinculadas a ele.

Entre as orientações, está a importância de utilizar outro celular para tentar bloquear o aparelho remotamente e comunicar imediatamente os bancos e instituições financeiras. Mas existem outras medidas importantes que podem ajudar a reduzir os prejuízos.

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